• Mateus S. Santos

Crítica com spoilers - Godzilla vs Kong

Um dos filmes mais aguardados do ano, Godzilla vs Kong finalmente chegou e nós aqui da Freaks! corremos para assistir e dizer tudo que achamos dele! Só um aviso: spoilers à frente!

Godzilla vs Kong chega para mostrar a continuação do monstroverso iniciado por Godzilla lá em meados de 2014, o embate entre Kong e Godzilla era algo que os fãs queriam ver desde o lançamento do primeiro filme tanto de Kong como do rei dos monstros. A premissa do filme continua a iniciada no filme anterior: Godzilla é o titã alfa após matar Guidorah no filme anterior.

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Porém, diferente do último filme, Godzilla não está do lado dos humanos, na realidade, o rei dos monstros está atacando bases de uma empresa e parece estar furioso com a humanidade. Em contrapartida, Kong cresceu e vive em uma base da Monarch que tenta se parecer em vão com sua antiga moradia, a Ilha da Caveira. Ele é monitorado pela doutora Ilene Andrews, vivida pela atriz Rebecca Hall, que adotou a jovem Jia vivida pela atriz Kaylee Hottle, uma menina do antigo povo que adorava Kong e que agora tem uma forte conexão com ele. Porém tudo muda quando a empresa que Godzilla decide encontrar uma fonte de energia escondida na Terra Oca, o tal berço dos titãs citado no filme anterior. Para isso contarão com a ajuda de Nathan Lind, vivido por Alexander Skarsgård, um geólogo que criou a teoria da Terra Oca. Porém, para encontrar a entrada da Terra Oca eles precisam de um titã e assim entra Kong já que o titã tem uma ligação com o local. Já no começo do filme, vemos o embate dos dois titãs e é intenso vermos algo que demorou tanto tempo para acontecer, mesmo que rápido a batalha dos dois é frenética. Diferente dos outros filmes, o diretor Adam Wingard deixou os humanos em segundo plano sendo agora todo o principal foco em Godzilla e Kong.

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Apesar disso, o combate entre os dois não são tantos porém são bem aproveitados, na batalha noturna no meio de uma cidade, por exemplo, vemos uma batalha curta mas onde podemos ver aquilo que sempre esperávamos, socos, chutes, machadadas e todo o poder que os titãs poderiam ter. Como dito antes, o núcleo humano é bem secundário porém ainda tem sua aparição é um dos que são mais chatos é o de Millie Bobby Brown e seu grupo, a personagem já era um pouco chata no segundo filme, nesse fica difícil além de ser usado uma ideia de deus ex machina para seu grupo e sua divisão sendo que em meio a uma enorme base de segurança máxima em quase nenhum momento eles são notados estando sempre em locais secretos ou em situações de sorte. A Monarch fica desaparecida nesse filme, o máximo que temos é o pai de Millie que aparece uma ou duas vezes e nos é revelado como um dos novos “cabeças” da Monarch. Apesar de termos o filho do Dr. Serizawa, Ren Serizawa trabalhando ao lado dos vilões, não entendemos o motivo dele estar lá e nem ligamos ele a seu pai sendo ele somente um vilão clichê.

Sinceramente eu gostei do núcleo da doutora Ilene, Jia e Nathan que é mais convincente do que o do team Godzilla, preferiria ver bem mais dele do que o Millie Bobby Brown e seus amigos que nem alívio cômico serviam.

No final, Kong e Godzilla tem seu embate e temos sim um ganhador e um perdedor, mas sinceramente deixarei para assistirem e descobrirem quem é quem.


Nota: 8,5 de 10

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